Secretaria de saúde do estado confirma 11 casos de Mpox este ano
Written by LiveFM Rádio on 26 de fevereiro de 2026
Os casos de Mpox no estado do Rio de Janeiro mantêm a necessidade de atenção. Em 2026, até o dia 24 de fevereiro, foram registradas 51 notificações, com 11 casos confirmados e nenhum óbito, de acordo com dados da Secretaria de Estado de Saúde (SES-RJ). Dos casos confirmados, oito estão na capital, um em Queimados, um em Duque de Caxias e um em Araruama.
Em 2025, no mesmo período, foram confirmados 16 casos e, em 2024, 92 casos.
O subsecretário de Vigilância e Atenção Primária à Saúde da SES-RJ, Mário Sérgio Ribeiro, afirmou, em nota, que “não há motivo para grande preocupação com a doença, desde que sejam tomados os cuidados básicos.”
Ainda de acordo com ele, a SES-RJ faz o monitoramento de Mpox, em todo o estado e orienta os municípios quanto à investigação e diagnóstico, prevenção e controle da doença.
A Mpox é causada pelo Mpox vírus (MPXV), do gênero Orthopoxvirus e família Poxviridae. O vírus pode provocar erupções na pele, inchaço nos gânglios e também febre.
Outros sintomas são:
- Dores de cabeça e por todo o corpo;
- calafrios;
- e sensação de cansaço.
A maioria dos casos apresenta sinais e sintomas leves a moderados.
O intervalo de tempo entre o primeiro contato com o vírus até o início dos sinais e sintomas da Mpox é tipicamente de 3 a 16 dias, mas pode chegar a 21 dias.
O tratamento é baseado em medidas de suporte clínico, com o objetivo de aliviar sintomas, prevenir e tratar complicações e evitar sequelas.
As erupções tendem a se concentrar no rosto, na palma das mãos e planta dos pés, mas podem ocorrer em qualquer parte do corpo, inclusive na região genital.
Entre humanos, o vírus da Mpox é transmitido principalmente por contato pessoal prolongado com lesões de pele ou fluidos corporais de uma pessoa infectada ou com objetos recentemente contaminados, tais como toalhas e roupas de cama. A transmissão por gotículas geralmente requer contato mais próximo com o infectado. Pode haver também transmissão por animais silvestres (roedores) infectados.
Em caso de suspeita de Mpox, é fundamental procurar uma unidade de saúde para atendimento médico.
Com informações da Secretaria de Saúde do Estado*
Imagem: g1