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Desenrola 2.0: prazo para renegociar dívidas é prorrogado até 31 de agosto

Written by on 29 de July de 2026

O governo federal vai prorrogar a adesão ao Desenrola 2.0 até 31 de agosto, afirmou o ministro da Fazenda, Dario Durigan, nesta terça-feira (28). O programa, lançado em maio, prevê a renegociação de dívida, com descontos, e troca por uma dívida mais barata, tendo como público-alvo os brasileiros que ganham até cinco salários-mínimos, ou seja, R$ 8.105.

De acordo com o ministro, a ampliação do prazo vai permitir que mais pessoas acessem ao programa, inclusive quem está em busca de crédito para compra de carros e motos.

“Esse prazo adicional vai ser importante, inclusive, para que as pessoas que hoje estão tendo de acessar os programas de moto, carro, para trocar a sua moto, o seu carro, possam resolver eventuais pendências previamente, que é usar o desenrola, para depois se enquadrar nas condições para as operações de carro e moto e também poderem fazer jus a essas obrigações”, afirmou o ministro.

A prorrogação do programa será formalizada em um ato, que será publicado até esta sexta-feira (31).

Até o momento, segundo o ministro, mais de 9 milhões de famílias já usaram o programa. Com a prorrogação do Desenrola, a expectativa é que, no total, 10 milhões de famílias sejam beneficiadas.

Ainda segundo ele, mais de 1,6 milhão de pessoas que aderiram ao programa estão pagando de forma parcelada.

Desenrola 2.0

O programa permite a renegociação de dívidas contratadas até 31 de janeiro de 2026 que estejam atrasadas entre 90 dias e 2 anos, com cartão de crédito, cheque especial e crédito pessoal (CDC).

Os juros são de, no máximo, 1,99% ao mês, com descontos de 30% a 90% no valor principal da dívida. Os descontos variarão de acordo com a linha de crédito e com o prazo. Será disponibilizada uma calculadora para os trabalhadores saberem o desconto.

Além disso, o trabalhador também poderá usar recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para quitar suas dívidas.

Pelas regras, será possível usar até 20% do saldo disponível do FGTS, ou até R$ 1 mil (o que for maior), para pagar débitos.

 

 

Fonte: g1

Imagem: Divulgação GovBr

 

 


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